sexta-feira, 23 de abril de 2010

O crepúculo do dia é relativamente parecido com a vida e a morte.

Um instante interminável, onde tudo se rezume ao silêncio.

Um rio de sentimentos me invadem por dentro e se vá, se vá como se não ouve-se amanhã.

O carro veio e levou com ele o único fio de vida que existia em mim e apenas um suspiro pode se ouvir.

É o fim...

(Escrito por: Rafaela Freitas (eu) e Luana Cristine Oliveira)

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