Eu sempre estive presa em coisas que não existiam, por exemplo, o amor, o bom e velho amor que quando precisamos de amparo nos deixa, ele se vai em busca de uma aventura, de uma noitada. E o que sobra de mim? Apenas corpo, oco, vazio como antes, em prantos.
Cansei de ficar em frente ao computador, vendo suas fotos - com ela - e lembrando de quando você passava as madrugadas me fazendo rir no Messenger, de quando você era meu fã, meu cachorrinho, o melhor ursinho de pelúcia do mundo, hoje você é só saudade, vontade.
Sabe, naquela época eu era feliz, tinha aparentemente tudo o que precisava para viver, tinha um ar para respirar, o seu ar; mas eu não percebi e muito menos dei valor. Hoje eu não sei mais quem sou, sem você perco definição, perco vontade e gosto, o seu gosto, o que você provoca em mim.
Prometi a mim mesma que não iria mais cometer o ato abominável de tremer quando te vise e acabei por descobrir que não cumpro todas as promessas, fico até feliz, pois pela primeira vez quebrei uma regra (apenas uma, das milhares que tenho).
Eu só queria parar com esse vício de seguir regras e teorias, acabar com esse vício de te seguir, de te deseja, de viver, só por você.
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