domingo, 5 de junho de 2011

Porque eu não vou ser clichê à ponto de dizer que "As vezes no silêncio da noite, eu fico imaginando nós dois ..." (apesar de eu adorar essa música), no silêncio da noite eu durmo e sonho, posso ate sonhar com você, mas isso não é, definitivamente, uma maneira de pensar.
Eu penso em você no barulho do dia, que é cerca de 16 horas, todos os dias, eu penso em você a todo instante que minha mente funciona, na escola, no trabalho, no almoço e no jantar, até em míseros segundos de lápso ou colapso.
É como se minha búsula interna tivesse quebrado e apontasse apenas você, durante o dia todo, todo os dias, até que eu pare de pensar e sentir e sei que ainda assim, vagamente em minha feição vai estar estampado uma parte sua, porque há certas coisas que não se apagam, nem com o fim do dia, nem com o fim da noite- muito menos com o fim da vida.

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